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Sexualidad siendo mujer negra en una sociedad racista

Sexualidad siendo mujer negra en una sociedad racista

Nota a Caroline Amanda (Terapeuta Menstrual Madretierra. Brasil) en Yonidaspretas

 

Irmãs, compartilho com vocês mais uma matéria linda feita entre irmãs sobre os passos da @yonidaspretas!
Foi uma troca tranquila, de recordações, carinho e respeito, conduzida pela jornalista @thamartina para o grande @almapretajornalismo
!!! Acompanhem aqui um trechinho da matéria:

TM: Como é discutir sexualidade sendo mulher negra nessa sociedade racista?

CA: É um exercício de agência que passou por autorresponsabilidade. As mulheres negras, não só, mas comunidade negra precisa começar a refletir sobre o que nós faremos com aquilo que fizeram com a gente.

A diáspora é resultado do esfacelamento da subjetividade, da cognição, da identidade. A colonialidade, a escravidão esfacelou a dimensão da intimidade. Então, reconstruir uma intimidade saudável é também se reconectar com tudo que a gente tem fé.

A discussão sobre sexualidade a partir desse corpo negro feminino diz muito sobre a reconexão com o sagrado. Proponho autorresponsabilidade como exercício da cura da nossa intimidade.

Para ver na íntegra:
https://www.almapreta.com/…/testemunhar-mulheres-negras-sen…

GRATIDÃO E HONRA POR TUDO ATÉ AQUI!

#YONIDASPRETAS
#AUTOCUIDADO
#MULHERESNEGRAS
#YONICONSCIENTE
#PISCANDOFORTE
#OQUESUAYONITEDIRIAAGORA?

Hermanas, comparto con ustedes otra materia hermosa hecha entre hermanas sobre los pasos de @yonidaspretas!
Fue un intercambio tranquilo, de recuerdos, cariño y respeto, conducida por la periodista @thamartina para el gran @almapretajornalismo
!!! Acompañen aquí un fragmentito de la materia:

TM: Cómo es discutir sexualidad siendo mujer negra en esta sociedad racista?

Ca: es un ejercicio de agencia que ha pasado por autorresponsabilidade. Las mujeres negras, no solo, pero la comunidad negra necesita empezar a reflexionar sobre lo que haremos con lo que hicieron con nosotros.

La diáspora es resultado del esfacelamento de la subjetividad, de la cognición, de la identidad. La Colonialidade, la esclavitud despedazó la dimensión de la intimidad. Así que reconstruir una intimidad sana es también reconectar con todo lo que la gente tiene fe.

La discusión sobre la sexualidad de ese cuerpo negro femenino dice mucho sobre la reconexión con el sagrado. Propongo autorresponsabilidade como ejercicio de la cura de nuestra intimidad.

Para ver en su totalidad:
https://www.almapreta.com/editorias/realidade/testemunhar-mulheres-negras-sendo-humanas-e-realmente-poderoso-diz-terapeuta-menstrual

Gratitud y honor por todo hasta aquí!

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#MULHERESNEGRAS
#YONICONSCIENTE
#PISCANDOFORTE
#OQUESUAYONITEDIRIAAGORA?

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